GESTÃO DA EJACULAÇÃO PRECOCE EM ADULTOS

A ejaculação precoce é uma disfunção sexual muito comum, caracterizada pela perda do controle da ejaculação, levando à ansiedade no desempenho e, portanto, prejudicando a qualidade de vida dos pacientes e seus parceiros. A fisiopatologia desse sintoma é frequentemente psicogênica e orgânica. As causas orgânicas são diversas e exigem pesquisas sistemáticas. Vários tratamentos medicamentosos são usados ​​com diferentes taxas de eficácia e efeitos colaterais a serem considerados na escolha da molécula. O cuidado psicológico é um complemento essencial para esses tratamentos.

Após a ejaculação, o homem perde sua ereção, de modo que, durante o movimento, o pênis não pode permanecer na vagina, e não produzir sentimentos agradáveis que levam seu parceiro ao orgasmo (gozo) vaginal. 

Não é incomum que um homem ejacule durante o sono, muitas vezes durante um sonho erótico. Isto não tem nada a ver com a ejaculação precoce, e geralmente é apenas uma consequência do fato de que ele não ejacula com freqüência suficiente para suas necessidades fisiológicas (durante a relação sexual ou as masturbações). 

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O que significa ejacular “rápido demais”


A relação sexual, embora essencial para a sobrevivência da espécie, é uma época de grande vulnerabilidade, durante a qual a vigilância é reduzida. Este momento é, portanto, propício para um predador capturar seres copulando. Ejacular rapidamente dá mais chances para a sobrevivência de uma espécie, reduzindo a duração da cópula.
Em qualquer caso, a ejaculação ocorre muito rapidamente em muitas espécies animais, e espontaneamente a maioria dos homens ejacula em menos de dois minutos, se eles não aprenderem a se conter. Mas geralmente leva mais de dois minutos de estimulação sexual para uma mulher atingir o orgasmo (prazer). Os homens tiveram que aprender a se controlar para que seu companheiro tenha prazer com a penetração vaginal, sabendo, porém, que a duração da penetração necessária para atingir o orgasmo é ainda menos importante do que ter sido preparado por muito tempo. antes da penetração por estimulação genital (toque). Assim, mais ou menos longo preparado,

O critério mais importante para definir a EP é que a ejaculação ocorre antes que o homem e seu parceiro desejem, e isso é responsável pela frustração, o prazer da mulher não é alcançado, e homem sentindo amante medíocre. Daí sofrer e muitas vezes perturbar o seu relacionamento sexual. Portanto, vemos que devemos levar em conta as necessidades e expectativas de seu parceiro e perguntar a ele sobre isso. Um homem pode continuar a ejacular rapidamente se achar que está entediando o parceiro ou se não confiar nele. Por outro lado, em alguns casos, o que parece prematuro para um homem já é muito longo para seu companheiro. Mas na maioria das vezes

A ejaculação precoce é comum? 

Este é o problema sexual mais comum nos homens. A maioria dos homens ejacula ocasionalmente muito rapidamente. Não há necessidade de se preocupar com isso. 
Isso se torna um problema quando a ejaculação é prematura durante a maioria das relações sexuais. A pesquisa da ACSF, realizada na França em 1991 e 1992, mostrou que entre 1139 franceses de 18 a 69 anos, 65% sofriam pelo menos ocasionalmente de EP, dos quais 11% frequentemente, dos quais 5% costumavam ter ejaculações. “Ante portas”. 

Com que idade ocorre a ejaculação precoce?

PE pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em homens jovens. Sua ocorrência está mais correlacionada com o caráter recente da experiência sexual (por exemplo, novo parceiro ou fazer amor de uma maneira ou em condições antes incomuns) do que na idade do homem. 

Quais são as consequências da ejaculação precoce?

Quando persiste, o PE pode degradar a função sexual do homem e do parceiro. Muitas vezes, o ejaculador prematuro se queixa de uma diminuição ou ausência de sensações de prazer no momento da ejaculação. Em alguns casos, pode ocorrer secundariamente dificuldades em manter a ereção e uma diminuição no desejo sexual: muitas vezes é porque o homem está tão preocupado em tentar controlar sua ejaculação que se impede de deixe ir para o prazer do ato sexual.

Muitas vezes os homens imaginam que a solução é reduzir o tempo gasto em preliminares: o resultado é que o parceiro não é estimulado o suficiente para alcançar um estado de excitação suficiente. O relatório pode então ser doloroso devido à falta de lubrificação: isso só pode aumentar a ansiedade e tornar o homem ejaculado ainda mais rápido. Ela também pode ter dificuldade em atingir o orgasmo, e isso reduzirá seu prazer. Finalmente, isso geralmente leva a menos sexo, o que também torna a ejaculação mais rápida. O homem e seu parceiro são assim capturados em um círculo vicioso que gradualmente piora seus problemas e degrada sua vida sexual. 

Quais são as causas do

A ejaculação precoce é muito raramente causada por um problema físico ou doença. A maioria dos homens tende a ejacular rapidamente nos primeiros relatos. Certas situações, criando uma tensão nervosa (falta de tempo, medo de ser surpreendido) impedem o relaxamento (por exemplo, ter apenas alguns minutos para um relacionamento com a namorada enquanto os pais estão fora, ou para ter nenhum outro lugar para fazer amor do que o banco de trás de um carro … etc.). Quando a experiência sexual aumenta, e quando o contexto em que alguém pode fazer amor nos faz sentir mais seguros, fica mais fácil aprender a controlar a ejaculação.

As causas mais comuns de falha no aprendizado no controle da ejaculação são, portanto, a falta de experiência e frequência de intercurso, o fato de que o ato sexual ocorre em más condições, o fato de ser sempre tenso e tenso, sem saber relaxar, falta de autoconfiança, fator de ansiedade, sentir-se culpado ou sentir-se um amante medíocre. 
Todos esses sentimentos negativos são reforçados com a repetição de falhas. Isso reforça ainda mais a ansiedade e a deterioração da situação psicológica e sexual. 

O medo do fracasso muitas vezes tende a acelerar a ejaculação.Qualquer observação feita pelo parceiro, às vezes sem a intenção de ferir, agrava ainda mais as coisas para o homem que se sente humilhado. 

O que é Disfunção Erétil, sintomas, tratamento, tem cura?

O que é Disfunção Erétil, sintomas, tratamento, tem cura?

O que é disfunção erétil?
A disfunção erétil (impotência sexual) é a dificuldade permanente do homem em obter ou manter uma ereção, podendo sinalizar doenças crônicas.

Muitos homens se assustam quando não conseguem manter uma ereção e, apesar de isso ser normal de vez em quando, esse acontecimento pode ser um sinal de que há algo de errado no corpo ou na mente do paciente. Se ocorre frequentemente (uma vez a cada 4 relações sexuais), o ideal é buscar um médico.

Estima-se que a impotência sexual afeta 12% dos homens abaixo de 60 anos de idade, desmistificando a ideia de que se trata de um problema da idade. No entanto, é um fato que ele é mais frequente nos idosos: entre os maiores de 70 anos, o problema ocorre em 30% dos homens.

As causas da disfunção erétil são bastante variadas, podendo ser de origem física (como doenças vasculares), psíquica (como depressão), ou até mesmo relacionadas ao estilo de vida (como o tabagismo).

Atualmente, existem vários tratamentos para a disfunção erétil, e ainda há outros sendo estudados. Por isso, não tenha vergonha de visitar um médico urologista caso você sofra do problema: com o tratamento, você só tem a ganhar!

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:
O que é disfunção erétil?
Como ocorre a ereção?
Causas
Fatores de risco
Disfunção erétil psicológica
Disfunção erétil em jovens
Broxei, e agora? Será que tenho disfunção erétil?
Sintomas
Diagnóstico: qual médico procurar?
Disfunção erétil tem cura?
Tratamento
Medicamentos para disfunção erétil
Convivendo
Prognóstico
Complicações
Como prevenir a disfunção erétil?
Como ocorre a ereção?
Às vezes ela surge do nada, noutras ela precisa de estímulos eróticos bem definidos para acontecer. De qualquer forma, a ereção depende de um mecanismo bastante específico para funcionar.

O pênis é composto por três tubos longos: dois corpos cavernosos que ficam lado a lado e um corpo esponjoso que abriga a uretra, localizado na parte de baixo do órgão.

Os corpos cavernosos são os responsáveis pelo aumento do volume e rigidez durante a ereção. Quando o órgão está relaxado, eles se assemelham mais a uma esponja seca e maleável. Já quando há ereção, o cérebro envia sinais para que as artérias da região sejam dilatadas, liberando mais sangue dentro desses tubos. Então, os corpos cavernosos são encharcados de sangue e aumentam de volume e rigidez, como uma esponja em contato com a água.

Esse aumento do volume nos tubos faz com que os corpos cavernosos “apertem” as veias que drenam o sangue do pênis, garantindo que o sangue fique lá, deixando o órgão rígido e volumoso para manter-se ereto por mais tempo.

Qualquer dificuldade nesse processo, desde os sinais nervosos até as dilatação das artérias, pode causar uma disfunção no mecanismo erétil.

Causas
A disfunção erétil está ligada a uma grande quantidade de causas, poucas delas verdadeiramente relacionadas diretamente ao pênis. Algumas são mais comuns em certas idades, enquanto outras podem acontecer a qualquer momento. Entenda:

Psicológicas
Ansiedade
A ansiedade é uma reação fisiológica normal nos momentos em que é preciso desempenhar algo. No entanto, ela pode ocorrer em momentos inoportunos e isso configura um transtorno psicológico.

No que tange a ereção, a ansiedade prejudica essa função por conta da liberação de adrenalina na corrente sanguínea. Esse hormônio faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais estreitos e, por isso, o sangue tem dificuldades para chegar até o pênis.

Depressão
Outro transtorno psicológico relacionado à ereção é a depressão, caracterizada por intensa tristeza e perda de interesse em atividades prazerosas. Sabe-se que, em muitos casos, a depressão diminui a libido e, consequentemente, a ereção fica dificultada.

Estresse
Situações estressantes liberam diversos hormônios na corrente sanguínea que atrapalham a circulação até o pênis.

Orgânicas
Problemas vasculares
Como a ereção depende do fluxo de sangue para o pênis, qualquer condição que atrapalhe esse processo pode ser a causa da disfunção erétil. Alguns desses problemas são o endurecimento das artérias (arteriosclerose) que costuma acontecer com a idade, derrame cerebral, hipertensão, problemas cardíacos e colesterol elevado.

Problemas neurológicos
Lesões na medula espinhal, esclerose múltipla e a degeneração dos nervos são todas condições que podem estar ligadas à impotência sexual. Isso porque, não raramente, essas condições cortam o caminho dos nervos, impedindo a chegada de sinais nervosos até o pênis, ou até mesmo danificam os próprios nervos penianos.

Problemas hormonais
Os desequilíbrios hormonais, em especial a falta de testosterona, influenciam muito na possibilidade de ter uma ereção de qualidade.

Priapismo
O priapismo é uma condição na qual surge uma ereção não causada por desejo sexual, com duração atipicamente longa: 4 horas ou mais. Geralmente, isso acontece por conta de uma entrada anormal ou impedimento da saída do fluxo sanguíneo no pênis, gerando uma ereção prolongada.

O problema é que essa condição danifica os tecidos do pênis, o que pode, posteriormente, resultar em disfunção erétil.

Diabetes
Não raramente, a diabetes causa danos nos nervos ou nos vasos sanguíneos que levam o fluxo de sangue até o pênis, impedindo a ereção.

Medicamentos
Existem diversos medicamentos que têm como efeito colateral a impotência sexual. Anti-hipertensivos, antidepressivos e diuréticos são apenas alguns exemplos.

Cirurgias e radioterapia
Alguns procedimentos cirúrgicos podem ser a causa da disfunção, especialmente aquelas realizadas no abdômen, como cirurgias do intestino grosso, do reto, entre outros. O tratamento radioterápico na área pélvica também pode ser culpado. Cirurgias na próstata, em especial, são as que têm mais chances de desencadear o distúrbio.

Isso acontece porque esses procedimentos podem danificar nervos e vasos sanguíneos relacionados ao processo de ereção.

Doença de Peyronie
Mais comum após a meia-idade, a doença de Peyronie é caracterizada pela formação de uma placa de tecido duro ao longo dos tubos interiores do pênis (corpos cavernosos). Essa placa impede a flexibilização do órgão e dificulta a ereção, assim como causa o “encurvamento” do mesmo.

Traumas penianos
É muito raro que o pênis seja alvo de um trauma, mas isso acontece. Quando ereto, os corpos cavernosos se tornam tão duros que podem ser quebrados, da mesma maneira que um osso. Por isso, não estranhe se ouvir alguém dizendo que “quebrou o pênis”: isso é, de certa forma, possível.

No entanto, esse tipo de trauma ocorre apenas quando o pênis está ereto. Quando mole, os corpos cavernosos são maleáveis e suportam vários tipos de impactos. Por isso, a situação mais comum em que esses traumas ocorrem é justamente a relação sexual.

Estilo de vida
Consumo de álcool
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso central que, quando consumida em excesso, provoca o relaxamento dos músculos. Esse relaxamento ocorre no nível do pênis também, que se encontra incapaz de manter uma ereção pelos músculos não conseguirem se manter tensionados.

Tabagismo
O tabagismo é um dos grandes fatores de risco para o surgimento da impotência sexual, sendo uma das maiores causas do problema na população mais jovem. Isso porque o tabaco traz alterações no sistema vascular, podendo impedir a chegada do sangue até o pênis.

Fatores de risco
De uma maneira geral, os fatores de risco ligados à disfunção erétil são os mesmos de doenças cardiovasculares. Isso até faz sentido, se formos pensar que a ereção é o fluxo intenso de sangue no pênis. Por isso, alguns fatores são:

Idade
Embora não haja qualquer indício de que a impotência sexual esteja relacionada ao envelhecimento, os problemas cardiovasculares são mais comuns a partir dos 40 anos de idade.

Obesidade
Fator de risco bastante significativo para doenças cardiovasculares, a obesidade também pode dificultar a ereção.

Diabetes
Estima-se que metade dos homens portadores da diabetes possuem, também, algum grau de disfunção erétil.

Hipertensão
A hipertensão (níveis elevados de pressão arterial) está ligada a casos de disfunção erétil grave.

Colesterol elevado
A possibilidade do colesterol “entupir” as artérias (aterosclerose) pode ser um fator de risco para a impotência sexual.

Transtornos mentais
A presença de qualquer transtorno mental pode aumentar muito os níveis de estresse do homem, que pode acabar sofrendo com disfunção erétil.

Disfunção erétil psicológica

Pouca gente sabe, mas uma das causas mais comuns da disfunção erétil é psicológica, e às vezes nem está relacionada a transtornos mentais em si!

Os homens crescem tendo sua sexualidade exaltada, como se o bom desempenho sexual fosse sinônimo de valor. Não é raro vermos homens que se acham “fracassados” por não encontrarem um(a) parceiro(a) ou por ainda serem virgens.

Deste modo, a pressão psicológica relacionada à sexualidade masculina é muito grande e, muitas vezes, isso acaba atrapalhando o desempenho sexual, gerando crises de ansiedade e medo.

Além disso, homens que têm dificuldades em encontrar parceiros(as) podem sofrer com baixa autoestima e depressão devido à importância que a sociedade dá a esse aspecto.

Hoje em dia, não é raro ouvirmos falar em doenças psicossomáticas, ou seja, doenças que começam na mente mas que se manifestam no corpo. Muitas vezes, a disfunção erétil não é nada mais nada menos que uma doença desse tipo.

Alguns psicólogos acreditam que a disfunção erétil pode estar relacionada a traumas da infância relacionados à rejeição e desaprovação dos pais, especialmente na fase em que o menino começa a se masturbar. Muitos pais não entendem que a masturbação infantil é um processo natural de descoberta do corpo e acabam desaprovando o comportamento do menino.

Essa rejeição gera sentimentos de culpa que impedem que o menino adquira prazer através da manipulação dos genitais, fazendo com que a energia psíquica não descarregada no prazer fisiológico seja descarregada na doença.

Sendo assim, podemos ver como o psicológico influencia muito na capacidade de adquirir e manter uma ereção de qualidade. Por isso, não se assuste caso o médico indique um tratamento baseado apenas com psicoterapia e medicamentos psicotrópicos.

Disfunção erétil em jovens
Existe um certo estigma que trata a impotência sexual como uma coisa da idade, mas isso não é verdade. Por ser, muitas vezes, causada por doenças crônicas que aparecem a partir dos 40 anos, muitas pessoas acreditam que é a idade que causa o problema. No entanto, pessoas jovens com as mesmas condições também podem apresentar o distúrbio.

Vale lembrar que as causas da disfunção erétil nos homens mais novos está mais relacionada ao estilo de vida — uso de drogas, consumo de álcool e tabaco — e problemas psicológicos que o jovem pode ter. Se um homem com menos de 40 anos apresenta impotência, dificilmente o problema estará relacionado a doenças cardíacas, hipertensão e diabetes.

No entanto, isso não quer dizer que o surgimento do problema no homem mais jovem não precisa ser investigado: ele pode sim ser um sinal de que há algo de errado no corpo. Caso o problema seja de origem psicológica, o tratamento de condições mentais pode ajudar bastante na qualidade de vida geral do paciente.

Broxei, e agora? Será que tenho disfunção erétil?
Todo homem já passou por isso: na hora do “vamos ver”, o pênis murcha ou simplesmente não sobe. A famosa “broxada” é encarada com vergonha por muitos, que acabam pedindo desculpas ao(à) parceiro(a) e dizem não saber o que está acontecendo, que é a primeira vez — por mais que já possa ter acontecido antes.

Pois bem, para começo de conversa, broxar vez ou outra é normal. Isso pode acontecer por diversos motivos como estresse, problemas emocionais, desregulações hormonais, entre outros, e não necessariamente configura uma impotência sexual. Até mesmo o ambiente pode influenciar na ereção.

Existem dias que as coisas simplesmente não vão pra frente e não tem nada de errado nisso. Por isso, não se preocupe caso tenha acontecido com você recentemente.

É importante, entretanto, prestar atenção na frequência em que isso acontece. Se, a cada 4 relações sexuais, a broxada se manifesta em pelo menos uma, pode ser um sinal de que se trata de algum problema.

Sintomas
Se você pensa que a disfunção erétil significa simplesmente que o pênis não fica duro, você está enganado! Existem diversas maneiras que a impotência pode se manifestar. Entenda:

Incapacidade em obter e manter a ereção
O sintoma mais clássico da disfunção erétil é a incapacidade de obter a ereção: não importa quantos estímulos estão presentes, o pênis simplesmente não fica ereto!

Outras vezes, ele até consegue ficar ereto, mas por pouco tempo. Passam-se poucos minutos e ele já começa a voltar para o estado flácido.

Demora para conseguir uma ereção
Em certos casos, o homem até consegue ter uma ereção duradoura, mas ela demora para acontecer. Esse tempo pode aumentar até mesmo dependendo da posição.

Ereção pequena ou rigidez insuficiente
Muitas vezes, o mecanismo de ereção até funciona, mas não consegue juntar sangue o suficiente para que o pênis aumente consideravelmente seu volume e fique verdadeiramente rígido. Nesses casos, ele parece ficar estagnado no meio do processo de ficar ereto.

Ejaculação precoce
Embora possa ser um distúrbio completamente diferente, às vezes a ejaculação precoce se faz presente na impotência sexual. Ela pode ocorrer pouco tempo após o pênis conseguir uma ereção ou até mesmo durante uma ereção parcial.

Ausência de ereções espontâneas
Você certamente já ouviu falar que, às vezes, o pênis fica ereto do nada, não é mesmo? Pela manhã ou durante o sono, esse é um fenômeno comum que significa simplesmente que o corpo está trabalhando bem durante o sono e que a saúde sexual do homem está perfeitamente bem.

É normal que o homem passe 20% do tempo do sono com o pênis ereto. No entanto, homens com disfunção erétil podem ter menos tempo de ereção durante o sono ou simplesmente não apresentá-la.

Dificuldade em manter a ereção com diferentes parceiros(as)
Homens que possuem mais de um(a) parceiro(a) sexual podem ter dificuldades em manter a ereção com alguns e, com outros, não. Isso pode acabar limitando sua vida sexual, além do fato de que o problema tende a reaparecer e comprometer, também, esses relacionamentos nos quais consegue ter ereção normalmente.

Outros sintomas relacionados
Alguns outros sintomas que não fazem parte da impotência sexual mas que podem estar relacionados ao problema são:

Curvatura acentuada do pênis;
Redução dos pelos corporais;
Atrofia ou ausência dos testículos;
Crises de ansiedade.
Diagnóstico: qual médico procurar?
No geral, o diagnóstico da disfunção erétil pode ser feito pelo próprio paciente, ao perceber que o fenômeno acontece durante várias relações sexuais. No entanto, esse autodiagnóstico não possibilita que o paciente saiba a causa do problema e, nessas situações, deve procurar um clínico geral ou um urologista para ter um diagnóstico conciso.

No consultório, o médico deve fazer perguntas sobre a vida sexual e saúde geral do paciente. Baseado nas respostas, ele pode identificar os fatores de risco e doenças subjacentes que podem estar causando o problema.

Avaliação física
Em um primeiro momento, o urologista pode querer avaliar o pênis em busca de algum sinal que pode indicar uma causa para a disfunção erétil. A partir dessa avaliação, é possível identificar problemas como doença de Peyronie, hipogonadismo ou hiperprolactinemia, entre outros.

Índice Internacional de Função Erétil (IIFE)
O IIFE é um questionário muito usado por urologistas para investigar a função erétil do paciente. As questões são voltadas a frequência e qualidade das ereções, sendo que, quanto melhores as respostas, maior a pontuação final. No total, é possível fazer 25 pontos e homens abaixo de 21 pontos são considerados impotentes.

As questões que compõem o questionário são as seguintes:

Como você classifica sua confiança em manter uma ereção?
Quando você tem ereções com estímulo sexual, com que frequência essas ereções alcançam a rigidez necessária para a penetração?
Durante a relação sexual, com que frequência você consegue manter a ereção após a penetração?
Durante a relação sexual, qual o nível de dificuldade para manter a ereção até o final?
Quando você tem relações sexuais, com que frequência elas são satisfatórias para você?
Ecodoppler peniano
Em alguns casos, o médico pode solicitar um exame chamado ecodoppler peniano, especialmente desenvolvido para identificar as causas da impotência sexual.

O exame é feito por meio de uma injeção intra-cavernosa de uma substância que provoca uma ereção rapidamente. A partir de então, pode-se avaliar a resposta erétil ao fármaco, o fluxo das artérias penianas, a velocidade desse fluxo, o índice de resistência, entre outros aspectos relacionados ao mecanismo de ereção.

Essa medição é feita por meio de um aparelho ultrassom que utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos e fluidos internos do corpo. O processo inteiro dura cerca de 30 minutos.

Avaliação psicológica
Quando se suspeita que o problema é psicogênico, o paciente pode ser submetido a uma avaliação psicológica. Junto com um psiquiatra e psicólogo, ele será capaz de identificar se há algum transtorno mental ou situações em sua vida que podem atrapalhar a ereção.

Outros exames
A fim de diagnosticar a causa do problema, o médico pode pedir exames de sangue e urina para determinar se há problemas como colesterol alto, níveis altos de glicose na corrente sanguínea, níveis baixos de testosterona, entre outros.

Disfunção erétil tem cura?
Felizmente, sim, a disfunção erétil tem cura. Atualmente, existem muitos tratamentos para as diversas causas da impotência e, embora algumas condições subjacentes não possam ser curadas, muitas podem ser tratadas e controladas, restaurando a possibilidade de ereção.

Tratamento

O tratamento depende muito das causas subjacentes da doença. No entanto, existem alguns métodos específicos para o problema. São eles:

Mudanças no estilo de vida
Homens que fumam, bebem e usam drogas devem parar com esses hábitos para conseguir restaurar o fluxo sanguíneo no pênis. Além disso, um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine defende que a prática de exercícios físicos melhora a disfunção erétil. No entanto, estes só devem ser realizados com liberação médica.

Psicoterapia e psiquiatria
Se o problema é psicogênico, o tratamento com um psicólogo é uma das melhores alternativas. O psicoterapeuta é o especialista em saúde mental capaz de identificar e tratar os distúrbios e transtornos mentais que podem levar a uma impotência sexual.

O paciente pode, também, consultar-se com um psiquiatra, que trata os transtornos da mente com medicamentos. Vale lembrar que, nesses casos, tratar-se apenas com um sem consultar o outro pode não ser tão eficaz quanto os dois tratamentos juntos.

Medicamentos orais
Existem alguns medicamentos que ajudam o mecanismo erétil a funcionar melhor. Geralmente, estes são os inibidores da fosfodiesterase 5, que agem na pressão arterial, liberando passagem para que o sangue vá para o pênis.

Além disso, esses medicamentos amplificam o sinal do óxido nítrico, uma substância natural que causa o relaxamento dos músculos penianos e promovem a dilatação das artérias locais. Ou seja, esses medicamentos não são afrodisíacos e precisam da estimulação sexual para funcionar. Quando esta é feita, os fármacos ajudam a manter a ereção.

Bomba de vácuo
A bomba de vácuo é um tratamento não invasivo que possibilita ereções devido a geração de uma pressão negativa, que faz com que os corpos cavernosos tenham que ser preenchidos com o sangue.

Esse dispositivo é formado por um cilindro, uma bomba que retira o ar e anéis constritores para manter a ereção. Funciona assim:

Um anel constritor é colocado na ponta aberta do cilindro;
O homem coloca o pênis dentro do cilindro;
Utiliza-se a bomba para retirar o ar de dentro do cilindro e gerar o vácuo;
Esse vácuo cria uma pressão negativa, que faz com que o sangue entre no pênis;
Quando o pênis fica ereto, o anel constritor é movido até a base do pênis, dificultando a saída do fluxo na região e prolongando a ereção.
Injeção peniana
Nem sempre os medicamentos orais funcionam e, por isso, existem outras alternativas. Uma delas é a injeção peniana, que o paciente aplica em si mesmo na base do pênis antes da relação sexual. Essa injeção aumenta o fluxo sanguíneo e permite a ereção.

Terapia intra-uretral
Outra alternativa é a aplicação de uma cápsula de medicamento na uretra, que permite o aumento do fluxo sanguíneo local.

Prótese peniana
Caso nenhum dos tratamentos anteriores tenha funcionado bem, considera-se a aplicação de uma prótese peniana por meio de um procedimento cirúrgico.

Existem diversos tipos de próteses para melhor satisfazer o cliente. Enquanto algumas podem ficar aparentes quando o pênis está relaxado, outras proporcionam uma aparência mais natural.

Dependendo do médico e da acessibilidade, o paciente pode escolher entre próteses maleáveis (semi-rígidas), articuláveis ou infláveis.

Em geral, as próteses consistem em dois cilindros sintéticos — de materiais variáveis — que são colocados dentro dos corpos cavernosos, ocupando 70% do espaço desses corpos. Deste modo, as artérias precisam preencher apenas 30% do espaço, facilitando o processo erétil.

No caso das próteses infláveis, os cilindros ficam conectados a uma bomba com líquido, que deve ser ativada para que haja a ereção. Uma grande desvantagem é que, após a colocação deste tipo de prótese, o homem não será mais capaz de ter ereções espontâneas.

Vale lembrar que este é um tratamento irreversível e, por isso, só é considerado como última opção.

Terapia de Ondas Acústicas de Baixa Intensidade
Existem estudos que mostram que o uso de ondas acústicas (elétricas) de baixa intensidade ajuda a melhorar a circulação sanguínea peniana ao estimular a geração de novos vasos sanguíneos.

No entanto, esses estudos ainda são muito limitados e o processo precisa ser mais amplamente investigado para que essa opção de tratamento esteja acessível para todos.

Tratamento natural
Existem diversos alimentos com poder afrodisíaco que podem ajudar no casos de disfunção erétil leve a moderada. No entanto, não se pode comprovar cientificamente a eficácia e a segurança das receitas caseiras afrodisíacas e, por isso, é necessário cautela.

Sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer tipo de tratamento caseiro, pois somente ele saberá se isso pode causar efeitos colaterais indesejáveis ou interações medicamentosas perigosas.

Algumas receitas que podem ser experimentadas são:

Solução de ervas
Você precisará de:

100g de Alecrim;
100g de Chapéu de Couro;
100g de Catuaba (a planta, não a bebida alcoólica).
Modo de preparo:

Em um recipiente, adicione os 100g de cada uma das ervas. Prefira um recipiente fechado para que possa guardar as ervas para novas infusões;
Ferva 1 litro de água e desligue o fogo;
Adicione 2 colheres de sopa da mistura de ervas na água fervida;
Tampe e deixe descansando por 15 minutos;
Coe a mistura e beba uma xícara de chá 3 vezes ao dia durante 15 dias.
Mel, ginseng, hortelã e guaraná
Você precisará de:

1 colher de sopa de guaraná em pó;
1 colher de sopa de folhas de hortelã;
1 colher de sopa de ginseng em pó;
1 xícara e ½ de mel.
Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes em um pote que possa ser guardado — não é preciso ferver;
Tome 1 colher de sopa da mistura todos os dias pela manhã.
Esse remédio é contraindicado para hipertensos, diabéticos e mulheres grávidas.

Chá de orégano
Ferva 15g de orégano em meio litro de água e tome 1 xícara do chá todos os dias.

Solução de alho
Descasque 2 dentes de alho, amasse e deixe de molho em 1 litro de água durante 6 horas. Não é preciso ferver. Coe e divida a água em 3 doses iguais.

Tome uma dose da solução 3 vezes ao dia.

Alimentação
Alguns alimentos que consumimos no dia a dia são bastante úteis na hora de garantir a performance sexual. Adicione os alimentos abaixo na sua dieta e perceba a diferença:

Melancia
Apesar de ser composta principalmente por água, a melancia também é rica em licopeno, uma substância antioxidante com efeitos benéficos na pele, próstata e coração;

Ostras
Esses frutos do mar ajudam a manter os níveis de testosterona altos, conferindo maior desejo sexual;

Café
A cafeína é uma substância naturalmente presente no café que auxilia na circulação sanguínea. Caso você não goste de café, existem diversas outras bebidas que contêm quantidades significativas da substância, como chás, refrigerantes e bebidas esportivas;

Chocolate amargo
O chocolate é rico em flavonóides, uma substância química presente nas plantas que trazem diversos benefícios para o coração e para a circulação. O melhor chocolate nesse quesito é o amargo, pois contém concentrações maiores de cacau.

No entanto, lembre-se de maneirar: recomenda-se o consumo de 25g (4 quadradinhos) de chocolate por dia. Comer mais que isso pode trazendo mais malefícios do que benefícios.

Nozes
As nozes são ricas em arginina, um aminoácido que o corpo utiliza para produzir óxido nítrico (que ajudam a relaxar os músculos penianos e iniciar uma ereção). No entanto, não se deve comer demais: nozes são bastante calóricas, o que contribui para o aumento do peso.

Suco de uva e romã
Esses dois sucos também auxiliam na produção de óxido nítrico, ajudando no momento da ereção. O vinho, no entanto, não causa o mesmo efeito.

Alho
O alho é um alimento que faz mais efeito a longo prazo, pois ajuda a manter as artérias limpas, impedindo a formação de placas de gordura — uma das possíveis causas para a disfunção erétil.

Peixes
O consumo de peixes, assim com o alho, é benéfico para as artérias. Isso porque algumas espécies são ricas em ômega 3, uma gordura “boazinha” que ajuda a manter as artérias limpas. Exemplos dessas espécies são sardinhas, salmão e atum fresco.

Vegetais
Alguns tipos de vegetais, como a couve-de-folhas, ajuda nos níveis de óxido nítrico e proporcionam diversos nutrientes importantes para o organismo. Além disso, podem ser ricos em ômega 3, ajudando na saúde das artérias.

Pimenta
Pimentas do tipo caiena, jalapeño, habanero e chili contêm substâncias que ajudam a relaxar as artérias, promovendo melhor fluxo sanguíneo no corpo inteiro — inclusive no pênis.

Óleo de oliva
Esse óleo, muito utilizado na culinária brasileira, é bastante benéfico para o homem impotente: ele ajuda o corpo a produzir maiores quantidades de testosterona, assim como gorduras monoinsaturadas, que ajudam a manter as artérias saudáveis.

Tratamentos alternativos
Existem, ainda, algumas técnicas que podem ser tentadas para alívio da disfunção erétil. No entanto, não há comprovação científica de que estas funcionam.

Massagem prostática
Há quem acredite que massagens na região da próstata podem ajudar na impotência. Essa técnica consiste em massagear em torno da virilha para auxiliar o fluxo sanguíneo até o pênis. Entretanto, não existem muitos estudos comprovando a eficácia dessa técnica.

Acupuntura
Embora as pesquisas sejam escassas e pouco conclusivas, acredita-se que a acupuntura possa ajudar nos casos de disfunção erétil psicológica. Essa técnica consiste na aplicação de finas agulhas na pele a fim de causar pressão em pontos determinados que promovem uma ação terapêutica.

Exercício do assoalho pélvico
O assoalho pélvico é composto por diversos músculos que atuam diretamente na ereção. Um pequeno estudo envolvendo 55 homens utilizou os exercícios desses músculos para tentar recuperar a função erétil e, após 6 meses, 40% desses homens tiveram resultados positivos.

Quer tentar exercitar seu assoalho pélvico? Pois bem:

Primeiramente, você precisa identificar seus músculos do assoalho pélvico. Para isso, ao urinar, tente parar o jato. Os músculos usados nesse processo são o assoalho pélvico. Perceba, também, que os testículos se contraem quando você usa esses músculos;
Sabendo quais são os músculos do assoalho pélvico, é hora de exercitá-los: mantenha os músculos contraídos de 5 a 20 segundos e, em seguida, relaxe;
Repita esse processo de 10 a 20 vezes, cerca de 3 vezes por dia.
Medicamentos para disfunção erétil
Os medicamentos frequentemente recomendados para disfunção erétil são:

Sildenafila (Viagra);
Vardenafila (Levitra);
Tadalafila (Cialis);
Alprostadil (Caverject).
Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

A convivência com a disfunção erétil pode não ser muito fácil, visto que a atividade sexual é importante para o bem-estar do ser humano. No entanto, com os tratamentos, isso deve ficar mais fácil.

Algumas outras dicas que você pode adotar para ajudar no tratamento são:

Mantenha uma dieta equilibrada: Alimente-se com os nutrientes necessários para manter um corpo saudável. Evite as gorduras saturadas que promovem aumento do colesterol e alimentos muito calóricos que facilitam o aumento de peso;
Faça exercícios físicos frequentemente: A prática de exercícios regulares é benéfica para a circulação e ajuda a perder peso;
Evite fumar e beber: Esses dois hábitos são bastante prejudiciais não apenas no desempenho sexual e você tem muito a ganhar ao combater o tabagismo e o alcoolismo;
Esteja em dia com os medicamentos: Caso você precise tomar medicamentos para alguma condição como, por exemplo, pressão alta, é de extrema importância que você esteja seguindo o tratamento corretamente para evitar a impotência sexual;
Resolva os problemas em casal: Muitas vezes, o problema fica ainda pior quando há tensão entre o casal. Considere fazer terapia de casal caso a comunicação entre os dois esteja muito dificultada.
Prognóstico
Na maior parte dos casos, o prognóstico da disfunção erétil é bom, visto que existem muitos tratamentos para o problema nos dias de hoje. Já os piores prognósticos estão ligados a casos nos quais há uma doença adjacente que causa danos nos nervos ou artérias do pênis, como a diabetes.

Complicações
Dificuldade para manter relações sexuais
Por conta da dificuldade em obter e manter uma ereção, o paciente impotente não tratado pode enfrentar desafios para manter relações sexuais. No entanto, vale lembrar que estas não consistem apenas na penetração e o paciente ainda será capaz de proporcionar prazer a(ao) parceira(o) por outros meios.

Transtornos psicológicos
Se, por um lado, a disfunção erétil pode ser causada por transtornos mentais, ela também pode causá-los. Isso porque os homens são ensinados que o sexo é uma das coisas mais valiosas para eles e que a falta ou a dificuldade em realizar esta prática faz com que eles percam seu valor.

Leia também: Aumento peniano métodos

Se o homem cai nas “más línguas”, ele pode ficar até mesmo com a fama de “broxa”, o que acaba criando muitos sentimentos negativos que podem levar à baixa autoestima e depressão.

Incapacidade de ter filhos
Não conseguir ter uma ereção impossibilita a penetração e ejaculação no canal vaginal, etapa importante para que a mulher possa conceber. Caso este seja o desejo do casal, essa tarefa é bastante dificultada. No entanto, hoje em dia existem opções de fertilização in vitro que podem solucionar o problema.

Problemas no relacionamento
Caso a(o) parceira(o) não seja compreensiva(o), o homem pode vivenciar problemas no relacionamento, que podem culminar na separação do casal.

Como prevenir a disfunção erétil?
Não existe uma maneira própria de prevenir a disfunção erétil, até porque ela costuma ser resultado de alguma condição subjacente. No entanto, ter um estilo de vida saudável que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares pode ser de grande ajuda. Para isso, basta seguir as dicas citadas em “Convivendo”.

Além disso, estar em dia com a saúde mental também pode evitar a perda da libido característica da depressão ou os sentimentos de ansiedade muito comuns na hora do ato sexual.

Muito temida pelos homens, a disfunção erétil é tida como uma doença da velhice, quando, na verdade, não é, e qualquer um está sujeito a ela. Além disso, suas causas estão, muitas vezes, relacionadas a problemas graves que o homem pode nem estar sabendo que tem!

Por isso, é bastante importante que eles estejam informados sobre o problema e procurem ajuda o mais rápido possível. Compartilhe este texto para que mais pessoas tenham acesso a essas informações!

Desmistificando o orgasmo feminino

Primeiro, o que é orgasmo? O orgasmo é um fenômeno psicofisiológico que é desencadeado no cérebro. É acompanhado por manifestações físicas, especialmente as contrações rítmicas do períneo e do útero, nem sempre perceptíveis, e uma queda na tensão sexual.

Na mulher

Na mulher, o orgasmo pode ocorrer durante a estimulação directa ou indirecta do clitóris e receptores sensoriais periféricos, a parede anterior da (área Gräfenberg) vagina e G ou do colo do útero.

No entanto, a estimulação clitoridiana parece ser o método mais eficaz. Este órgão, exclusivo da mulher, serve apenas para o prazer.

Além disso, uma mulher que acabou de atingir o orgasmo expeliria menos espermatozóides dentro de meia hora depois de fazer sexo.

Em humanos

Nos humanos, o pênis, especialmente a glande, é muitas vezes a base do prazer sexual que se transformará em orgasmo. Geralmente, será acompanhado por uma ejaculação. Mas nem sempre é assim … A próstata, também acessível pela penetração anal, é uma fonte de prazer.

Clitoriano, vaginal ou anal …

clitoriano

Para 92% das mulheres, a estimulação do clitóris é a maneira mais eficaz de experimentar o orgasmo. Geralmente, esse objetivo final é atingido em poucos minutos durante a masturbação. Ele fornece, segundo alguns, o orgasmo mais intenso. Está rodeado por dois pólos que se estendem para a vagina e facilitam a estimulação direta e indireta. Além disso, estende-se dentro do corpo da mulher. Em alguns, é fácil estimulá-lo indiretamente na região entre a pequena bola de amor e a extremidade superior dos grandes lábios.

Estimular o clitóris com os dedos ou a língua (cunilíngua) geralmente dá sentimentos intensos à mulher. O uso de brinquedos (vibradores ou outros) também leva à obtenção de prazer.

vaginal

A vagina também proporciona um orgasmo, mais interno, em algumas mulheres. De fato, oito por cento do sexo feminino teriam orgasmos vaginais, enquanto uma em cada três mulheres seria clitoridiana e vaginal. No entanto, vários pesquisadores afirmam que é a estimulação indireta do clitóris, especialmente pelas hastes que, como sabemos, se estendem até a entrada da vagina.

A entrada da vagina, mais do que o próprio interior, é uma fonte de prazer para as mulheres. No entanto, algumas posições promover a estimulação de uma zona interna, o ponto G A galgos (uma penetração vaginal posterior) e a posição Andrómaca (a mulher sentada no pénis humano deitado de costas) incluir mais eficaz. Neste último caso, é possível estimular o clitóris, direta ou indiretamente, para ainda mais prazer. Algumas variantes também são eficazes. Cabe a você escolher o (s) que você preferir.

Penetração anal

Algumas mulheres experimentam um orgasmo durante a penetração anal: uma prática menos comum no Ocidente. Novamente, o ânus é fornecido com muitos nervos sensoriais que podem aumentar o prazer, se a dor estiver ausente. A intromissão do pênis ou de um vibrador, acompanhada por um movimento para frente e para trás, pode levar ao orgasmo.

Muito erógeno, o ânus permanece um orifício frágil. Seu parceiro deve, portanto, ser muito sensível durante as carícias e a penetração. Recomenda-se o uso de um lubrificante tipo KY. A saliva pode ser usada como um lubrificante, mas seca rapidamente e requer a interrupção das carícias para renovar a lubrificação. Geleias de petróleo, como vaselina e lubrificantes anestésicos (que reduzem a dor) devem ser evitados.

Além disso, as posições que favorecem a penetração anal também permitem a estimulação do clitóris. Tenha sempre em mente que a suavidade deve prevalecer e que qualquer penetração deve ser interrompida em caso de dor e / ou desconforto.

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Condições favoráveis

O orgasmo total é pouco frequente. Requer uma comunicação muito próxima entre os dois parceiros ou uma harmonia total na mulher. Este momento mágico, também chamado de “pequena morte”, parece em todos os aspectos uma perda de consciência. Alguns temem que isso seja equivalente ao total abandono, não apenas ao parceiro, mas também a si mesmo.

Por outro lado, orgasmos menos intensos são mais frequentes. A mulher e o homem são, então, tomados por uma reação atribuível a um prazer muito forte, vindo dos órgãos sexuais ou da cabeça. A reação se espalha na barriga e nas partes sexuais. A estimulação fornecida por um parceiro, ou por masturbação (estimulação manual ou uso de “brinquedos”), desencadeia esse tipo de orgasmo.

Alguns favorecem o orgasmo tântrico, mas não vamos abordar esse fenômeno no presente texto.

Os distúrbios sexuais mais comuns

Os casais às vezes têm que lidar com problemas sexuais.

Estresse, fadiga ou falta de comunicação podem tornar o sexo complicado. Vamos fazer um balanço dos diferentes problemas sexuais e suas soluções.

Os diferentes distúrbios

Muitas pessoas experimentam dificuldades durante a sua vida sexual. Homens e mulheres podem enfrentar diferentes problemas sexuais.

Nas mulheres, os problemas encontrados são geralmente os seguintes:

  • Diminuição da libido;
  • Falta de desejo : frigidez;
  • Uma dificuldade em atingir o orgasmo : anorgasmia;
  • Uma relação impossível : vaginismo;
  • De dor chamada dispareunia …

Nos humanos , as dificuldades são principalmente:

  • falta de desejo;
  • De disfunção eréctil ;
  • De dificuldades durante a ejaculação : ejaculação precoce, incapacidade de ejacular, ejaculação sem prazer.

Diferenciar entre dificuldade pontual e possível patologia

Alguns distúrbios sexuais podem ser devido a patologias, esta é uma das razões pelas quais é importante consultar um médico para eliminar esta causa. Doenças cardiovasculares, neurológicas ou endócrinas podem ter consequências na sexualidade.

A sexualidade está muito relacionada ao estado de espírito da pessoa. Estresse no trabalho, dificuldades dentro do casal ou uma mudança radical de vida, como o nascimento de uma criança, podem perturbar a sexualidade do casal.

Causas benignas de disfunção sexual são:

  • fadiga
  • estresse;
  • tomando medicação
  • um choque emocional;
  • trauma sexual;
  • consumo de álcool ou narcóticos
  • um medo …

A lista anterior não é exaustiva e cada caso é diferente.

Quando consultar?

Transtornos e dificuldades sexuais podem ter repercussões psicológicas muito significativas. Seja em homens ou mulheres, os distúrbios sexuais podem incluir:

  • transtornos de ansiedade;
  • distúrbios de pânico;
  • depressões;
  • estresse;
  • pensamentos negativos.

A partir do momento em que o problema sexual tem consequências na vida de um casal, é essencial consultar e ser ajudado. As consultas podem ser na forma de entrevistas individuais ou casais.

Soluções

Conheça o melhor estimulante sexual do mercado, ele se chama Lib Power.

No que diz respeito ao estresse, medos e outras ansiedades relacionadas à sexualidade, a homeopatia pode alcançar bons resultados. Consulte o seu GP em primeiro lugar é aconselhável. Este profissional de saúde pode encaminhá-lo para um especialista, como um psicólogo ou um sexólogo.

  • Não tenha medo de conversar com seu médico;
  • Não fique sozinho, existem soluções.

Vá mais longe:

Para mais informações, consulte os seguintes artigos:

  • em colapsos sexuais,
  • no vaginismo,
  • na ejaculação precoce.

    Desordens do desejo sexual

    Desordens do desejo sexual são menos comuns em homens. Eles não têm impacto direto na saúde física e constituem um grande embaraço para a pessoa em questão. Distúrbios do desejo sexual em homens resultar em diminuição da libido (perda mais ou menos desejo sexual) ou anorgasmia (incapacidade de ter um orgasmo), e normalmente se originam da mente do indivíduo .

    Causas de distúrbios sexuais masculinos

    Os distúrbios sexuais masculinos são frequentemente causados ​​por problemas psicológicos: estresse, ansiedade, depressão, problemas de casais, excesso de trabalho, etc. de fato, a psiquiatria está freqüentemente envolvida, mas também deve ser reconhecido que outras causas podem estar na origem desses distúrbios sexuais. Este é, por exemplo, o caso do abuso de drogas, álcool e tabaco, bem como a ingestão de certas drogas que afetam o mecanismo erétil. Os distúrbios sexuais também podem ser efeitos colaterais de doenças cardíacas, desequilíbrios vasculares, hormonais ou metabólicos (distúrbios cardiovasculares, excesso de peso, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes, câncer de próstata, distúrbios neurológicos …).

A Vitamina E Para O Crescimento Do Pênis Melhores Vitaminas Para A Ampliação Do Pênis

A Vitamina E Para O Crescimento Do Pênis Melhores Vitaminas Para A Ampliação Do Pênis

O zinco e a vitamina b6 – a propósito, por que eu coloque Esses dois nutricionais vitaminas, conjuntamente, é porque eles fazem específico ponto exato quando se trata de melhorar a circulação do sangue e saúde em geral. Ele aumenta os níveis de testosterona. Muito essencial sugestão sobre como podemos facilmente aumentar tamanho do pênis. Se você não tem dinheiro para comprar tanto, ou se você não quer andar por aí com algo pendurado” do seu órgão sexual, o melhor é optar por pílulas e causar o maior número possível de ereções para elevar o seu potencial ao máximo. Os homens também devem adicionar os alimentos com selênio na dieta para a saúde reprodutiva.

Selênio ativa uma enzima, chamada selenoprotein V, que é encontrado exclusivamente nos testículos e contribui para o desenvolvimento saudável de células de esperma. A castanha do brasil, nozes, arroz e camarão, todos contêm selênio, e a adição de frango, carne de porco, salmão ou linguado à sua dieta também aumenta a sua ingestão de selênio.

Para acelerar o crescimento do pênis, considere usando (se você puder pagar) uma alta qualidade de suplemento realce masculino. Eu, pessoalmente, recomendo o VigRX Plus ( comentado aqui ). Ereções, também, são imprevisíveis durante a puberdade. Eles podem pop-up sem razão aparente—e, aparentemente, na maioria das vezes inconveniente, como quando se dá um relatório na frente da classe. Diga a seu filho adolescente que não há muito que se possa fazer para suprimir ereções espontâneas (o tempo-honrado técnica de concentrar-se em mais unsexy pensei que se possa imaginar realmente não funciona), e que com o passar do tempo eles vão se tornar menos freqüentes.

Que a ingestão regular de proteína ajuda a manter um equilíbrio positivo de nitrogênio no organismo, o que é um pré-requisito para o crescimento do tecido. A maneira mais simples de colocar a fórmula acima em prática é tentar certifique-se de que você comer uma pequena quantidade de proteína (20 – 30 gramas) a cada 2 – 3 horas. O contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento da peniana rotinas de treino e exercício de técnicas levaram a resultados que eram de 30 a 50 por cento mais pronunciada do que os registados por Richards nos anos 70. Meninos no final da infância pode perceber um aumento dos testículos e do escroto, possivelmente como os jovens de 9 anos. Um menino do pênis, geralmente, começa a crescer em torno de 12 anos de idade. Nesse tempo, também, os rapazes começam a crescer pêlos pubianos, bem como axila, perna, peito e pêlos faciais.

Quando falamos desse tamanho”, alguns dos aumentos de outros caras experientes estão além do incrível. Alguns homens têm, literalmente, adicionado centímetros em sua masculinidade, e até já tive de mudar para a XL preservativos para legislar para este aumento de comprimento. Uma transa qualquer loja de brinquedos. Você também pode encomendá-los on-line, e solicitar que eles sejam enviados em embalagem discreta. eu facilmente obter pneu depois d primeira versão do esperma, wat posso fazer? cos seus causando-me caro e é uma vergonha dat eu não posso satisfazer minha esposa nesta fase inicial do casamento.

Mesmo que eu tenho muito bom sobre o meu negócio como ushe, como ter 18 onças de plástico, presa no meu porcas foi totalmente normal, depois de alguns dias, eu estava pronto para dar o salto do meu pau. Eu li online que alguns caras usam essas coisas para até 10 dias. Que é, trocadilhos, frutos de casca rija. O alongamento antes e após o exercício.

Leia também: Descubra Como aumentar o pênis

Esta é uma parte muito importante do processo, e nunca deve ser deixado de fora. Concentrar-se mais na perna alongamento. Esticar as pernas todos os dias até você pode fazer uma perfeita divisão. Alongar as costas, até que sua testa pode tocar seus joelhos. Vai ser uma boa idéia para aprender o básico do yoga para uma correta postura de alongamento.

Conheça 5 tratamentos para impotência sexual

Conheça 5 tratamentos para impotência sexual

Os distúrbios de ereção costumam deixar os homens bastante preocupados. Além de serem muito comuns, esses problemas afetam a vida sexual dos homens de forma decisiva, dependendo da intensidade e da frequência com que se apresentam.

A melhor solução para os distúrbios de ereção é procurar ajuda especializada em uma clínica de andrologia, com profissionais habilitados para tratar da saúde sexual masculina.

Veja a seguir 5 tratamentos para impotência sexual!

1. Os diferentes tratamentos para impotência sexual
A medicina sempre pesquisa formas de combater e vencer os problemas de saúde, especialmente aqueles mais recorrentes e perigosos, como câncer, diabetes e impotência sexual.

Sempre se procurou um “Elixir Para Todos os Males”, que conferisse saúde completa, combatendo todas as enfermidades, sem apresentar efeitos colaterais. Infelizmente, a medicina ainda não atingiu esse patamar. Mas já é possível contornar e reverter diferentes problemas de saúde, inclusive os que afetam a saúde sexual masculina.

Os tratamentos para impotência sexual funcionam e podem amenizar ou reverter diferentes quadros de impotência. Porém, só os profissionais especializados podem sugerir e acompanhar o tratamento.

1. Os medicamentos orais
Os remédios orais são os mais usados para combater a impotência sexual. Alguns tornaram-se muito populares, sendo mesmo muito consumidos pela população masculina, o que não é recomendável.

Consumir remédios sem terem sido prescritos pelos médicos podem causar problemas e, em alguns casos, até agravar o caso clínico do paciente.

Na forma de comprimidos ou cápsulas, os medicamentos orais atuam como estimulantes do fluxo sanguíneo, contribuindo para manter o sangue concentrado nos corpos cavernosos do pênis.

Contudo, tomados em excesso ou durante um período muito longo podem apresentar efeitos colaterais, como priapismo (uma ereção contínua, sem desejo sexual e acompanhada de dor) e problemas do coração.

2. O implante de próteses
Outra solução é o implante de próteses penianas. A prótese é um dispositivo que é colocado no interior dos corpos cavernosos por meio de cirurgia. É um dos tratamentos para impotência sexual que só é aplicado em casos mais graves.

Assim, apenas quando outros métodos não funcionam, o médico pode sugerir o implante de prótese no pênis. Uma vantagem é que geralmente é um tratamento definitivo.

Existem dois modelos de próteses: inflável e semirrígida. O primeiro imita mais fielmente o pênis humano, pois se mantém flácido, alcançando a ereção somente na hora da relação sexual. A prótese semirrígida, por sua vez, permanece ereta o tempo todo.

3. As injeções
Outra solução viável é a aplicação de injeções penianas, ou seja, uma determinada substância é injetada diretamente no pênis.

Apesar de parecer um pouco assustador, esse método costuma surtir bons resultados e não é tão complicado, podendo o próprio paciente fazer a aplicação se tiver habilidade para a tarefa.

Leia também: Viagra Natural o que é

4. A psicoterapia
Os tratamentos para impotência sexual acompanham as causas do problema. Assim, o médico precisa analisar primeiramente o motivo que causou o distúrbio, através de exames clínicos e/ou laboratoriais, para só então oferecer o tratamento mais apropriado.

Uma disfunção erétil grave geralmente está associada a fatores fisiológicos, mas os aspectos emocionais também precisam ser considerados. Muitas vezes, distúrbios de origem emocional podem gerar problemas no mecanismo eretor, como ansiedade, medo, estresse, baixa autoestima, preocupações, depressão, dificuldades no relacionamento com a parceira e outras coisas.

O tratamento psicoterápico pode ser individual, com um casal ou mesmo com vários casais (terapia em grupo).

5. A mudança de hábitos
Outra solução é recorrer à mudança de hábitos, deixando o sedentarismo, adotando uma alimentação mais saudável, praticando esportes e exercícios físicos.

Sexo está associado a movimento, à vida. Os exercícios físicos e aeróbicos ajudam a ativar a circulação sanguínea, deixam o organismo mais predisposto para atividades que exigem muito do corpo, ajudam a controlar a respiração e os batimentos cardíacos.

A adequada alimentação também favorece o desenvolvimento de boas ereções. É importante alimentar-se de verduras, legumes, frutas, alimentos com muita fibra, zinco, magnésio. Também é importante evitar alimentos muito gordurosos e com muito açúcar, já que as gorduras tendem a causar entupimento das veias, prejudicando a circulação do sangue.

Conhece outros tratamentos para impotência sexual? Está sofrendo com esse problema? Já procurou ajuda médica? Não deixe de fazer seu comentário!

Sexo e atividade física: porque o esporte ajuda

Um estilo de vida saudável baseado em uma dieta equilibrada e atividade física contribui significativamente para o bem-estar do corpo. Não apenas removendo o risco de doenças cardíacas, ganho de peso e outros distúrbios, mas também melhorando a vida sexual . De fato, praticar regularmente um esporte pode ter uma grande influência no desempenho no quarto, assim como confirmado por algumas pesquisas recentes. Mas como o movimento e um físico treinado podem ajudar o sexo?

 

Já falamos em uma atualização anterior de quais são os esportes mais adequados para tornar sua experiência erótica mais agradável. Abaixo, no entanto, algumas das motivações que tornam a atividade física essencial para a paixão, tanto para homens quanto para mulheres.

Resistência e elasticidade

Praticando um esporte regularmente permite equilibrar algumas funções do organismo, melhorando o desempenho em geral. A atividade física continuada, na verdade, é a principal arma para combater o ganho de peso, reduzir o estresse , melhorar a circulação sanguínea e a resistência . Todos os fatores que, como bem sabemos, podem ajudar a garantir um desempenho sexual mais recompensador. Em particular, parece que um treino que inclui tanto uma atividade aeróbica – como 30 minutos de corrida três vezes por semana – e um fortalecimento muscular– como levantamento de peso – pode prolongar a intimidade com o parceiro por vários minutos. Em detalhe, o treinamento aeróbico tem efeitos desde os primeiros dias, com melhor respiração e menor sensação de fadiga, enquanto o fortalecimento muscular tem efeitos sobretudo no longo prazo. Ao mesmo tempo, uma melhor preparação atlética também permite que você desfrute de uma maior elasticidade corporal, útil para o lançamento em experimentação sem problemas com o parceiro.

Mas não é tudo, pois reduzindo os níveis de estresse, estimulando a produção de hormônios como a serotonina e a ocitocina , o esporte também reduz preocupações e ansiedades, como a ansiedade generalizada de desempenho. Uma mente calma, naturalmente, aumenta a vida íntima do casal.

Conheça o estimulantes masculino que esta aumentando a média brasileira, ele se chama UltraG.

Benefícios para ele

O esporte regular pode ter efeitos realmente evidentes, especialmente no sexo masculino, também porque os homens estão mais inclinados, a partir da meia-idade, a problemas como o excesso de peso e o acúmulo de colesterol nas veias e artérias. De questões que afetam fortemente o sexo, reduzindo a resistência e facilitando os distúrbios eréteis: o bem-estar do sistema vascular, na verdade, é essencial para garantir ereções satisfatórias.

Em um estudo realizado em 1990 e publicado no Archives of Sexual Behavior , descobriu-se que a atividade física é realmente capaz de melhorar a resposta sexual. Homens que passam por um exercício de 60 minutos, repetidos de três a cinco dias por semana, experimentaram uma resposta erótica maior, com aumentos superiores a 75% em termos de duração, resistência e intensidade do orgasmo . Isso ocorre porque o esporte, especialmente se contínuo ao longo do tempo, melhora a produção de testosterona , o principal hormônio masculino, aumentando assim o desejo, a auto-estima, a confiança no namoro, o apetite sexual e a qualidade da ereção.

Benefícios para ela

Tão fácil de entender, o movimento e a atividade física também ajudam o gênero feminino, tanto com efeitos semelhantes aos do masculino quanto com resultados específicos. Também neste caso, a redução do excesso de peso e a melhora das condições cardiovasculares garantem maior resistência, mas também uma oxigenação dos tecidos mais lucrativa, necessária para aumentar as sensações táteis nas mucosas .

Uma pesquisa realizada em 2008 e publicada no Journal of Sexual Medicinerevelou como, para o sexo feminino, um treinamento curto, mas intenso, pode ser a chave para melhorar a paixão no quarto. Levaria 20 minutos por dia de intensa atividade aeróbica, como exercícios cardiovasculares, para melhorar gradualmente a circulação nas membranas mucosas, obtendo melhores níveis de excitação e uma lubrificação mais lucrativa . Um estudo publicado no ano anterior, no Journal of Sexual Medicine. Em vez disso, descobriu como a melhora física devido ao esporte tem efeitos precisos em um nível psicológico: uma maior consciência e satisfação pelo próprio corpo aumentaria o desejo erótico. Também neste caso, emergiu que a atividade física tende a melhorar nas mulheres, especialmente a resposta tátil, para um prazer mais prolongado e a realização mais frequente do orgasmo.

Sexualidade e diabetes: disfunção e tratamento

É um tópico que interessa a todos, mas dos quais até hoje nem todos falam e lidam facilmente. Nem todos, por exemplo, sabem que alguns dos problemas relacionados à sexualidade também podem ser causados ​​pelo diabetes . De fato, aqueles que sofrem com isso muitas vezes enfrentam a sexualidade com medo, tanto para o condicionamento físico quanto psicológico. Disfunções sexuais envolvendo tanto o homem quanto a mulher diabética.

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Disfunção humana

O problema mais óbvio no homem é, sem dúvida, a impotência , que é a impossibilidade de ter ou manter uma ereção durante todo o tempo necessário para ter relações sexuais. Uma disfunção que, obviamente, não afeta apenas os afetados pelo diabetes, mas cuja incidência é fortemente subestimada. De acordo com os bons 50% dos homens com diabetes apresenta disfunção erétil de vários graus e natureza. 50% destes manifestam-se nos primeiros 10 anos do surgimento da doença e, muitas vezes, na maioria dos casos, esse problema é precisamente o que leva os homens a fazer diagnósticos que levam à descoberta da presença de diabetes. L ‘. Um problema que, no entanto, graças a novas drogas pode ser resolvido simplesmente conversando com o médico. Se é verdade, de fato, que em homens diabéticos o problema é cada vez mais frequente, ao mesmo tempo em que representa uma das complicações sobre as quais se pode atuar com mais facilidade e sucesso.

De fato, a ereção responde a estímulos orgânicos, fisiológicos e psicológicos. Tudo isso leva ao desenvolvimento de círculos viciosos pelos quais esses sofrimentos são levados a ter cada vez menos relacionamentos até não sentirem mais o desejo.
Quase metade dos casos de impotência tem natureza vascular ou sua causa pode ser atribuída a uma obstrução ou redução do calibre das artérias penianas, um fator que não permite o fluxo adequado de sangue para garantir a ereção. Há também um problema neuropático , em detrimento dos nervos que alimentam o pênis, mas também há dificuldades de ordem hormonal ou traumática. Esses problemas, no entanto, podem ser superados graças a um conhecimento correto do desconforto e a uma correta abordagem psicológica e clínica.

Disfunção em mulheres

Ao contrário do que se pode pensar, as dificuldades e problemas relacionados ao diabetes também afetam a sexualidade das mulheres. Em geral, estar envolvido é a menor satisfação geral da relação sexual, secura vaginal ou dispareunia , ou sentir dor durante ou após a penetração. 
A anorgasmia é semelhante à disfunção erétil : o clitóris contém corpos cavernosos que se ampliam como ocorre no pênis, sob a influência da excitação sexual, ajudando a garantir a satisfação e o orgasmo .
Segundo estudos, esses problemas estão associados principalmente a fatores psicológicos, mas o número de disfunções aumenta com o aumento das complicações orgânicas. As repercussões nas mulheres são certamente muito mais complexas porque o estímulo sexual libera dopamina. Na sua ausência, duas hipóteses podem ser formuladas: 
– que a depressão, como doença secundária, influencia o mecanismo, trazendo ainda mais desconfortos em termos de desejo e satisfação sexual; 
– que a hiperglicemia altera diretamente (ou de outra forma mediada por hormônios) o sistema, determinando uma produção reduzida de óxido nítrico, uma molécula simples importante para a vasodilatação e transmissão de impulsos nervosos.

Tratamentos farmacológicos para impotência sexual masculina e feminina

Tratamentos farmacológicos para impotência sexual masculina e feminina

Uma breve introdução

É sabido que homens e mulheres possuem problemas relacionados ao desejo sexual. Mais conhecido em homens, os problemas de impotência sexual causam constrangimento, vergonha e até mesmo infelicidade conjugal. Além dos problemas com a libido e a disfunção erétil, a infertilidade também afeta o planejamento familiar de muitas pessoas.

Mas o texto aqui enfoca a questão da impotência sexual, que pode ser enfrentada com técnicas diversas, sobretudo a terapia psicológica, e em nível orgânico, com o auxílio de medicamentos disponíveis no mercado.

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No sexo masculino

Como se pode imediatamente imaginar, a dificuldade de ter e manter a ereção se constitui de um grande empecilho à vida sexual do homem. Obviamente não se trata de reduzir a vida sexual à função fisiológica do órgão genital, tampouco incentivar esse pensamento, mas culturalmente o pênis e a ereção se constituem na principal maneira do homem realizar o sexo e sentir prazer.

Leia também: Big Size é bom

Opções disponíveis no mercado

O Viagra (citrato de sildenafila) se tornou sinônimo popular de medicamento para a disfunção erétil. Descoberto em quando começou a ser aplicado na clínica cardiológica. Era um remédio para o coração, porque age no mecanismo de contração cardíaca. Um dos efeitos colaterais consistia em provocar ereções prolongadas nos pacientes, conhecidas como priapismo. Surgiu na década de 90, teve essa reviravolta comercial e acabou se tornando um sucesso maior do que na clínica cardiológica.

Artigo sobre o histórico e o impacto do Viagra

Alternativamente, visando especificamente esta fatia do mercado, surgiu o Cialis (tadalafila), um medicamento que também provoca este efeito. Os dois são empregados para o tratamento de hiperplasia benigna da próstata (HBP), quando acontece um aumento não maligno no tamanho da próstata – calma, não é câncer!

A HBP provoca o intumescimento da próstata, o medicamento age ao regular o fluxo sanguíneo local. Um sinal que indica a existência de HBP é o aumento na frequência de idas ao banheiro, portanto, fique alerta!

E no sexo feminino?

Neste caso, não há este tipo de problema relacionado à circulação. Mas como sabemos, a natureza da sexualidade feminina envolve fatores diferenciados. E assim nos perguntamos: qual o problema da impotência na mulher?

A menopausa, que consiste na redução dos hormônios sexuais femininos e na interrupção do ciclo menstrual regular, acontece com as mulheres que estão vivendo a meia-idade e é varíavel quanto ao seu início. É um dos principais problemas clínicos vividos por mulheres na faixa dos 40 até 50 anos de idade, o que acaba envolvendo o período conhecido como pré-menopausa.

Opção disponível no mercado

O Addyi (flibanserin) foi aprovado em 2015 pela Food and Drug Administration (FDA), o órgão que regulamenta a liberação de medicamentos para o mercado dos EUA. Seu mecanismo consiste em atuar na chamada desordem do desejo sexual hipoativo (em inglês, HSDD), que como sugere, prejudica o desejo da mulher pelo sexo.

Parecer da FDA sobre o medicamento

Seu mecanismo envolve o agonismo no receptor de serotonina, isto é, ele age diretamente sobre o receptor 5-HT1A. Entretanto, a aprovação do medicamento se deu apenas para o grupo estudado, que comprovadamente sofre desta desordem. Seus efeitos colaterais devem ser avaliados, pois há risco de causar, dentre outras coisas, sonolência e hipotensão.

Advertências:

Todo medicamento deve ser prescrito por um profissional de saúde capacitado. Procure sempre um(a) farmacêutico(a) ou médico(a) e oriente-se com o apoio da equipe de enfermagem. Não use por sua conta, pois pode levar a sérios prejuízos à saúde.

Nenhum medicamento está isento de causar efeitos adversos.

Estas drogas podem causar problemas graves se consumidas com álcool, que é um depressor do sistema nervoso central.

TIPOS DE DIETA PARA EMAGRECER

TIPOS DE DIETA PARA EMAGRECER

Para indivíduos obesos, perder peso não é só uma questão de estética, mas sim uma necessidade do ponto de vista de saúde. A redução da gordura corporal é importante para reduzir o risco de diabetes tipo 2, bem como controlar os níveis de colesterol e da pressão arterial. Não é necessária a normalização do peso para se atingir estes objetivos. É importante conscientizar o paciente obeso que mesmo perdas pequenas, como 5% do peso corporal, já trazem grandes benefícios em termos de saúde. Leia também: Kifina preço O tratamento da obesidade requer uma combinação de três fatores: dieta, exercícios físicos e mudanças nos hábitos de vida. Eventualmente, faz-se necessário o uso de remédios para perder peso. Nos casos mais graves, cirurgia bariátrica pode ser indicada. Neste texto vamos fazer um resumo sobre o papel da alimentação e as opções de dietas para emagrecer. Este é um dos artigos da série sobre obesidade, composta também pelos seguintes temas: – 60 DICAS PARA EMAGRECER – PERDER PESO – POR QUE E COMO PERDER BARRIGA – CALORIAS PARA EMAGRECER – COMO EMAGRECER – REMÉDIOS PARA EMAGRECER – CIRURGIA PLÁSTICA APÓS GRANDE PERDA DE PESO – TERMOGÊNICOS – Riscos e Efeitos Colaterais Como explicado em outros artigos desta série sobre perder peso, emagrecer ou engordar pode ser previsto por uma simples conta aritmética: calorias gastas – calorias ingeridas. Se o balanço de calorias for positivo, ou seja, se ingerimos mais calorias do que gastamos, iremos engordar. Se o balanço for negativo, isto é, se gastarmos mais calorias do que consumimos, iremos emagrecer. Simples assim. O gasto de calorias depende do nosso grau de atividade física. Já o consumo de calorias depende do tipo de dieta. Portanto, o papel da dieta no emagrecimento deve ser o de fornecer a melhor qualidade de alimentos com a menor quantidade de calorias, de modo que, no final do dia, o paciente tenha gastado mais calorias do que consumiu. DIETAS PARA EMAGRECER Você pode se sentir tentado por dietas da moda que prometem emagrecimento rápido e fácil. A realidade, porém, é que não existem alimentos mágicos ou dietas rápidas. Dietas da moda podem ajudar no curto prazo, mas os resultados a longo prazo não são satisfatórios, fazendo com que você apresente o famoso efeito sanfona. Uma dieta para ser eficaz deve fornecer menos calorias diárias do que o paciente gasta, mantendo-se, entretanto, um limite de no mínimo 800 calorias por dia. Você pode até perder peso em uma dieta radical, mas é provável que vá recuperá-lo quando a dieta for suspensa. Para perder peso, e mantê-lo, você tem que adotar hábitos alimentares saudáveis​​, que consiga manter ao longo do tempo. É muito difícil perder peso a longo prazo apenas com dieta. Conforme emagrecemos, menos calorias o nosso corpo precisa gastar ao longo do dia. Se o paciente não aumentar seu gasto de calorias com exercícios, a dieta sozinha não vai levá-lo a muito longe. Vamos falar a seguir de alguns tipos de dieta recomendadas pelos médicos. DIETA COM POUCAS CALORIAS Quando se planeja uma dieta para emagrecer é preciso primeiro estabelecer a quantidade de calorias desejadas para depois selecionar uma gama de alimentos que atendam essa proposta. É importante cortar nas calorias, porém é essencial comer alimentos com nutrientes adequados, como proteínas, carboidratos e gorduras (sim, há gorduras boas.). Pensando em cortar calorias sem cortar a qualidade da refeição, dietas para redução de peso devem eliminar o álcool, refrigerantes e doces, porque estes são hipercalóricos e não contêm quantidades adequadas de outros nutrientes. Alguns alimentos, como sobremesas, doces, gorduras e alimentos processados, apresentam uma alta densidade energética. Isto significa que um pequeno volume de comida contém um grande número de calorias. Em contraste, outros alimentos, como frutas e vegetais, possuem baixa densidade energética. Estes alimentos mesmo em porções maiores apresentam um menor número de calorias. Isso significa que é possível comer porções maiores, saciar a fome e ainda assim ingerir poucas calorias. O consumo diário de calorias indicado nestas dietas é de 1000 a 1200 para mulheres e 1200 a 1600 para homens. Para se planejar uma dieta com baixa caloria é preciso a ajuda de um nutricionista e/ou endocrinologista. A maioria das pessoas não sabe e não consegue controlar o consumo de calorias sem ajuda. Trabalhos com paciente obesos mostram que os mesmos sempre subestimam em mais de 20% a quantidade de calorias que comem ao longo dia. Não é incomum encontrar pessoas obesas que juram comer muito pouco. Entretanto, sempre que um nutricionista consegue fazer um relatório sobre a dieta destes paciente, fica claro que há diversos erros na alimentação e um consumo exagerado de calorias. Leia também: Kifina Anvisa DIETAS COM POUCA GORDURA Dieta com pouca gordura é outra estratégia comum para ajudar os pacientes a perder peso. Atualmente é recomendada uma redução na ingestão diária de gordura, de modo a que no máximo 30% das calorias tenham origem em gorduras. Isso significa aproximadamente 30g de gorduras em cada 1000 calorias ingeridas. Mais uma vez, a ajuda profissional é necessária para um cálculo correto das porções. É importante lembrar que existem gorduras mais saudáveis, como as gorduras poli e monoinsaturadas. Deve-se sempre evitar gorduras não saudáveis, como as gorduras saturadas e a gordura trans.

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DIETAS COM POUCO CARBOIDRATO O tipo de carboidrato consumido influencia muito na perda de peso. Há carboidratos menos saudáveis, ricos em gordura e calorias, como os doces, sobremesas e refrigerantes. Já os carboidratos das frutas, vegetais e grãos são saudáveis pois contém pouca concentração de gorduras e calorias. Estes últimos são considerados carboidratos com baixo índice glicêmico. Dietas com baixa e muito baixa concentração de carboidratos são mais eficazes a curto prazo para perda de peso do que dietas com baixo teor de gordura, embora a longo prazo não haja grande diferença. Uma observação importante é que a redução drástica na ingestão de carboidratos diminui a retenção de líquidos, fazendo com que o paciente perca peso sem necessariamente ter emagrecido nos primeiros dias. Dietas pobres em carboidratos podem ter outros efeitos benéficos, como redução do risco de desenvolver diabetes mellitus tipo 2 e doenças cardíacas. Leia também: Dieta de 21 dias funciona Se uma dieta pobre em carboidratos é a opção, escolhas saudáveis ​​para a gordura (mono e polinsaturadas) e proteína (peixe, nozes, legumes e frango) devem ser incentivadas por causa da associação entre a ingestão de gordura saturada e risco de doença cardiovascular. DIETA COM ALTO TEOR DE PROTEÍNAS Alguns dietas populares recomendam uma elevada ingestão de proteínas associado a baixa ingestão de carboidratos e gorduras. A curto prazo esse tipo de dieta é eficaz para a perda de peso. A dieta de proteínas mais famosa no momento é a chamada dieta Dukan (leia: PERIGOS DA DIETA DUKAN). O alto consumo de proteínas na dieta aumenta a produção de ácidos pelo organismo, o que por sua vez aumenta a excreção urinária de cálcio, com potencial risco de perda óssea e formação de cálculos de cálcio.Essa dieta também traz um risco de aumento do colesterol (leia: COLESTEROL HDL | COLESTEROL LDL | TRIGLICERÍDEOS). Conclusões: Cerca de 39% das mulheres e 21% dos homens nos países ocidentais já tentou perder peso e aproximadamente 24% das mulheres e 8% dos homens relatam que atualmente estão “em dieta”. Dietas hipocalóricas são atualmente a mais usadas para induzir a perda de peso. Independente do tipo de dieta escolhido, o paciente deve ter em mente que é preciso mudar os hábitos alimentares. Ninguém consegue se manter “em dieta para emagrecer” por muito tempo. Por isso, é preciso que uma alimentação saudável se torne a dieta natural do paciente. Alimentos com alta densidade calórica, carboidratos com alto teor glicêmico e gorduras trans e saturadas devem ser eliminados da dieta habitual do paciente. O mais importante é aprender a ter uma dieta balanceada, sem excessos de calorias, e praticar exercícios físicos.